Destaques

Eu Sou o Número Quatro

Por que em todos os filmes de super-herói algum poder fantástico sempre cai no colo de um completo imbecil? Eu Sou o Número Quatro segue essa mesma linha. Só que no caso do filme o grande poder é ser capaz de transformar as suas mãos em duas lanternas! Bizarro, muito bizarro.

Demônio (Devil)

Esse é um filme sobre cinco pessoas presas num elevador. Sendo que uma delas é supostamente o demônio. Convenhamos, nada de bom pode sair de uma premissa como essa. Também fica subentendido, que não acontece muita coisa durante o filme inteiro...

A Serbian film — Terror sem limites (2010)

Um filme Sérvio (A Serbian Film) conta a história de Milos(Srdjan Todorovic) um ator pornô alcoólatra e decadente, que é contratado para fazer um filme de “arte”. Só tem um detalhe: deve protagonizar suas cenas sem saber o que está filmando. Um filme pornô sem roteiro? Milos imagina ser apenas mais um dia normal de trabalho...

Água Para Elefantes

Água Para Elefantes é um filme soporífero, banal e previsível. É um roteiro que deveria ter ficado na gaveta das ideias idiotas. Se tem uma coisa que o mundo não precisa é de mais filmes retratando o mundo do circo. Pior ainda, passados na década de 30. Se você é um sujeito nostálgico, que sente saudade desse tempo, significa que está na hora de cogitar a ideia de morar em um asilo.

Desconhecido

Quem diabos em Hollywood teve a ideia de colocar Liam Neeson como um herói de filmes de ação? Sério. Não faz o menor sentido. Exatamente o como acontece com o batido, repetitivo e manjado roteiro de Desconhecido. Um homem sem memória em busca da sua verdadeira identidade. Você já viu isso antes e melhor.

Não me Abandone Jamais (Never Let Me Go)

Esse é outro filme cujo título pode enganar. Não tanto quanto “Namorados para Sempre” (Blue Valentine), que certo portal da Internet colocou recentemente como dica para o Dia dos Namorados. Pois apesar da tradução correta do título original, não é exatamente o que parece ser.

A Saga Crepúsculo: Eclipse

A saga Crepúsculo é mesmo um fenômeno de boçalidade. É impressionante que nada, mas absolutamente nada, que aconteça nos dois primeiros filmes seja sequer digno de nota. Porém, em Eclipse tudo muda. É a parte mais constrangedora da saga. Mesmo o mais abnegado fã não pode contestar a absurda quantidade de cenas pífias e patéticas.

Como Você Sabe

Como Você Sabe é uma comédia romântica idiota (na verdade todas são) estrelada por pessoas idiotas que fazem coisas idiotas a toda hora. O resultado final, como se pode perceber, é uma tremenda idiotice.

I Spit on Your Grave (Doce Vingança)

“I Spit on Your Grave” é uma refilmagem do filme homônimo de 1978. E dá continuidade a essa estranha tendência de Hollywood de re-filmar obscuros filmes dos anos 70 que nunca foram exemplos de sucessos, e que atraíram apenas a atenção de um tipo de público extremamente restrito. Diga-se de passagem, o tipo de gente que não assiste a refilmagens.

Walkabout

Walkabout é um filme cult dos anos 70... Agora se isso não for o suficiente para colocar em estado de alerta o incauto zeronauta, como se houvesse a possibilidade da propagação de uma praga ou algo parecido. Não sabemos o que seria capaz.

Blue Valentine (Namorados Para Sempre)

O incauto Zeronauta já deve ter percebido que o título nacional de um filme só é relevante em função da piada. E Blue Valentine não é exceção. Namorados Para Sempre??? Sério? Esse pessoal ao menos assistiu ao mesmo filme?

Incontrolável

Incontrolável, ao contrário do que possa parecer, não é um filme sobre um trem repleto de carga tóxica, desgovernado e em alta velocidade. Ou sobre os riscos dessa locomotiva descarrilar em uma curva fechada, próxima a uma cidade populosa, situada ao Nordeste da Pennsylvania, nos EUA. Na verdade, Incontrolável é uma celebração da estupidez humana...

O Discurso do Rei

Imagine um país no qual o seu líder político mais poderoso tenha problemas graves de dicção. Imagine que devido a esse fato ele sequer consiga se comunicar direito com o seu povo. Apesar disso, ele mantém uma postura arrogante e não quer saber de nenhuma espécie de tratamento. Hein? O quê? Não. O filme O Discurso do Rei, de Tom Hooper, não é uma autobiografia do Lula.

O ano perdido de Joaquin Phoenix (I’m Still Here)

Em 2008, o ator Joaquin Phoenix resolveu abandonar Hollywood e iniciar uma nova carreira como rapper. Convenhamos essa é uma idéia no mínimo esdrúxula. Agora, fazer um filme sobre isso, acrescenta vários graus de estupidez à premissa.

O Vencedor

O que é melhor: viver à sombra do sucesso de seu o irmão ou lucrar com o seu fracasso? Esse parece ser o dilema do filme O Vencedor. É mais outro drama sobre o mundo do boxe. Na verdade, tudo parece uma desculpa, um mero pretexto para inserir lutas no roteiro e dizer que está analisando com profundidade questões mais complexas.

Inverno da Alma (Winter’s Bone)

Esse filme é o representante daquela categoria não-oficial do Oscar: “Best Poor People Achievements”. Composta por filmes que tem como tema a superação de problemas por pessoas pobres. Todo ano tem um. Logo espere uma história deprimente, recheada de personagens desagradáveis e criaturas com muitos problemas.

Cisne Negro (Black Swan)

Esse é um filme sobre balé, ponto. Poderíamos parar por aqui, pois não existe realmente nada que justifique assistir um filme sobre balé. Exceto, talvez, uma cena de sexo entre Natalie Portman e Mila Kunis...

Deixe-me Entrar (Let Me In)

“Let Me In”(2010) é uma refilmagem do filme sueco “Let The Right One In” (2008), e como toda refilmagem americana é completamente desnecessária, a não ser que você seja americano e não goste de ler legendas. Agora para quem tem que ler legenda tanto para versão inglesa como para sueca realmente não faz diferença alguma.

A Rede Social

Tenha medo, mas muito medo, dos nerds e geeks. Ontem eles sofriam bullying, hoje vão roubar o seu emprego. Essa pelo menos parece ser a mensagem subliminar de A Rede Social, o filme que conta a história da criação do Facebook, com direito a uma atrapalhada contribuição do brasileiro Eduardo Saverin.

Comer Rezar Amar

Faltou um verbo no título do filme estrelado por Julia Roberts. Ao invés de Comer Rezar Amar, a obra deveria se chamar Comer Rezar Amar e Dormir. Nem mesmo o mais valente espectador chega ao final sem dar pelo menos um gigantesco bocejo. São longos e intermináveis 133 minutos de perfeita monotonia. É o mais próximo que o cinema pode chegar da cura da insônia...

Tropa de Elite 2

Tropa de Elite 2, em tese, deveria ser mais realista do que seu antecessor. Porém, é, sem sombra de dúvida, o maior filme de ficção jamais feito no Brasil. Por quê? Simples. No momento em que o Capitão Nascimento senta o sarrafo em um político corrupto o público no cinema percebe que nada disso jamais vai acontecer na realidade...

A Origem

A Origem é uma daquelas obras feitas com o objetivo de provocar celeuma e discussão. É um sonho dentro de um sonho dentro de um sonho? Ou é uma metafora sobre qualquer coisa que o espectador tenha em mente? Nada disso, o diretor Christopher Nolan fez provavelmente o filme de assalto mais confuso da história do cinema...

Os Mercenários

Na década de 80, Sylvester Stallone era capaz de destruir sozinho um país (pelo menos no mundo do cinema). Todo mundo, claro, achava isso ridículo. Pois bem, 30 anos depois ele está velho, decadente e acabado e mesmo assim ainda quer que o espectador acredite que ele é capaz de assustar alguém. Se você é ingênuo a este ponto então vai gostar de Os Mercenários.

Salt

Salt é um filme de confusão e correria. Angelina Jolie não para (não culpem a ZeroZen, culpem a reforma ortográfica) de andar de um lado para outro feito uma barata tonta nem mesmo quando já se aproximam os créditos finais. Claro que tanta movimentação só serve para disfarçar um roteiro ridículo repleto de clichês.

The Runaways

As Runaways foram uma espécie de Ramones de saias, exceto pelo fato de não serem punks ou usarem saias. Fora isso, era quase a mesma coisa, só que totalmente diferente. Em comum, o fato de serem mais uma história de fracasso e frustração tocando Rock’n’Roll.

Escritor Fantasma

Não se engane: Roman Polanski fez um filme sobre ele mesmo. O Escritor Fantasma coloca a CIA como culpado. O quê? Acha que isso foi um spoiler? Nada disso a trama é tão simples que basta o herói do filme fazer uma busca no Google que descobre todas as respostas.

Coração Louco

Jeff Bridges só pode ter um parente brasileiro. Por que, verdade seja dita, ele não desiste nunca. Depois de cinco tentativas, levou finalmente um Oscar para casa. O filme, Coração Louco, é absurdamente chato. Ele faz o papel de um cantor de country alcoólatra. É como se fosse "Os Dois Filhos de Francisco" regado a uísque...

Um Sonho Possível

Sandra Bullock provou que é mesmo a verdadeira Miss Simpatia de Hollywood. Simplesmente fez uma atuação banal, previsível, insossa em "Um Sonho Possível" e mesmo assim levou o Oscar. O filme narra a história de uma família de comercial de margarina que adota um afro-americano. Ele, com a ajuda de seus novos pais, se torna um ídolo jogando futebol americano. Hmmm... afro-descendentes precisam da supervisão branca para fazer sucesso? O que será que o 50 Cent acha disso?

A Rainha do Castelo de Ar (Luftslottet Som Sprängdes)

Terceiro e último filme, até que a viúva do escritor Stieg Larsson consiga capitalizar o manuscrito, supostamente, acabado do quarto livro, da série “Millennium”.

Sede de Sangue (Thirst)

“Sede de Sangue” do diretor coreano Chan-wook Park, de “Oldboy”, talvez seja o melhor antídoto para febre Twilight. Não que seja um bom filme, longe disso, mas digamos que depois de ver “Thirst” se percebe que até os vampiros coreanos são mais inteligentes que os americanos...

A Garota que brincava com fogo (Flickan Som Lekte Méd Elden)

“A Garota que brincava com fogo” é baseado no segundo livro da trilogia “Millennium”, do escritor Stieg Larsson, e é basicamente uma tentativa de explicar as origens da personagem Lisbeth Salander. Mas sabe como é: tem certas coisas que é melhor não ficar sabendo.

Os Homens Que Não Amavam as Mulheres

Esse é um filme sueco sobre nazistas psicopatas, estupradores e assassinos, ou seja, diversão para toda família. OK, uma família esquisita o suficiente para gostar de filmes europeus...

O Lobisomem

Sim, parece difícil de acreditar, mas fizeram um filme de Lobisomem sem convidar o Tony Ramos. Vai ver que foi por isso que fracassou nos cinemas. O Lobisomem é um fiasco. Não consegue agradar aos fãs de terror, aos fãs de suspense, aos fãs de efeitos especiais, enfim, aos fãs de cinema.

Alice no País das Maravilhas

A ZeroZen já disse várias vezes, mas cabe repetir, Tim Burton é um daqueles diretores superestimados que só consegue enganar aos pascácios, aos pacóvios, aos lorpas. Mais uma vez ele dá provas de sua monumental incompetência cinematográfica com a equivocada adaptação de Alice no País das Maravilhas.

Ilha do Medo (Shutter Island)

Martin Scorsese tinha uma obsessão: ganhar um Oscar, o que depois de muito tempo acabou conseguindo. Agora, sua atual obsessão parece ser transformar Leonardo DiCaprio em um ator de verdade. Nesta empreitada tem iguais chances de ser bem sucedido: de zero a nulas.

Tudo Pode dar Certo (Whatever Works)

Primeiro a boa notícia: Woody Allen (75 anos) encontrou em Larry David (Curb Your Enthusiasm) o alterego ideal para representá-lo em seus filmes. A má notícia é que talvez tenha sido tarde demais. Pois a julgar por “Whatever Works”, o diretor já passou, faz tempo, da hora de pedir aposentadoria.

A Todo Volume (It Might Get Loud)

O guitarrista, em geral, não é o porta-voz de um grupo de rock, aquele fala ao público nos shows ou dá entrevistas. Esse trabalho cabe ao vocalista, com algumas raras exceções como, por exemplo, Pete Townshend do The Who. Por isso a premissa de “A Todo Volume” (It Might Get boring, digo Loud), dar voz a três guitarristas de estilos diferentes ‘igualmente’ bem-sucedidos fosse, em tese, interessante.

Guerra ao Terror (The Hurt Locker)

Você já viu esse filme antes: americanos vencem no cinema uma guerra que na vida real não só ainda não acabou, como até hoje sequer podem dizer, com certeza, quem são seus adversários.

Lua Nova (New Moon)

A ‘série’ Twilight é um fenômeno. Um fenômeno de basbaquice que assola a humanidade. O tipo de coisa que não se justifica, a não ser para vender mais merchandising.

O Desinformante (sic)

Esse é um filme sobre pessoas ricas e suas artimanhas para ficarem ainda mais ricas no instigante setor da cultura do milho nos Estados Unidos. O que convenhamos já afasta mais da metade humanidade por total falta de interesse.

Preciosa – Uma História de Esperança

Preciosa – Uma História de Esperança é um dos filmes mais assustadores dos últimos tempos. Tem medo de vampiros? Se assusta com lobisomens? Então tente viver 15 minutos na vizinhança onde a heroína da história é obrigada a morar. É... não tá fácil pra ninguém mas para alguns tá muito mais difícil.

Bastardos Inglórios

Bastardos Inglórios não é um filme. É uma coletânea de cenas. Como sempre as coisas só fazem sentido no universo criado pelo diretor Quentin Tarantino. Ou então ele não tem a menor ideia do que aconteceu durante a Segunda Guerra Mundial...

Vício Frenético

Alguém se lembra de Vício Frenético(1992), dirigido por Abel Ferrara? O diretor certamente não. O filme acompanhava as desventuras de um tenente da polícia de Nova York, vivido por Harvey Keitel, viciado em drogas e jogo. O que era uma alegoria para o próprio ‘vício frenético’ do diretor, notório consumidor de substâncias ilegais.

O Anticristo

O Anticristo é um filme errado do princípio ao avesso. Um filme chato para pessoas chatas. Em especial aquelas que gostam do diretor Lars Von Trier. O que convenhamos é um pleonasmo.

J.C.V.D.

J.C.V.D., as iniciais do nome Jean-Claude Van Damme, é um exercício de metalinguagem cinematográfica estrelado por adivinha, Jean-Claude Van Damme. O que levanta mais perguntas do que respostas. Inclusive a pertinente questão: Jean-Claude Van Damme sabe o que é metalinguagem?

Funny People (Tá Rindo do Quê?)

A resposta para o estúpido e ridículo título nacional é simples: de nada, pois esse filme não é uma comédia. E se era para ser, não tem graça nenhuma.

Garota Infernal (Jennifer's Body)

O que fazer depois de ganhar um Oscar por melhor roteiro? Se você disse escrever um filme de terror adolescente, veículo para uma estrela em ascensão. Você tem problemas. Ou se chama Diablo Cody. Ou ambos.

The Hangover ( Se beber, não case)

The Hangover(A Ressaca) é o “Dude, Where's My Car” da nova geração. Um filme sobre uma noitada de bebedeiras e suas conseqüências. O problema é que, em geral, ninguém quer saber do que aconteceu em noites como essas. O que dirá ver em filme.

Gamer

Hollywood sempre atacou aqueles que representaram ou representam uma ameaça ao cinema como entretenimento de massa. Primeiro foi a televisão. A bola da vez agora são os jogos eletrônicos. O problema que “Gamer” não é apenas ofensivo aos jogadores de games, mas a toda a humanidade.

Avatar

O diretor James Cameron levou quase uma década para lançar Avatar nos cinemas. Gastou mais de 400 milhões de dólares para narrar a história de seres azuis que vivem no meio de uma floresta em harmonia com a natureza. Tanto esforço, tempo e dedicação para contar uma biografia não-autorizada dos Smurfs?

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